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O ocidente na encruzilhada: tradição liberal ou relativismo cultural.

Por Erick Kammerath.

 

Há um risco em conceber a liberdade como uma simples abstração; um risco de que Hayek, em sua juventude, soube alertar bem quando distinguiu o “verdadeiro individualismo” do “falso” Para ele, a liberdade era coisa muito concreta, longe de ser apoiada pelo construtivismo social, era uma vitória muito histórica de certas sociedades que sabiam como manter certas tradições e culturas específicas propícias à sociedade aberta.
O risco a que se refere é, sem muito barulho, o de conceber a liberdade liberta dos seus fundamentos históricos e culturais. A liberdade, como abstração, flutua no vácuo: não tem história, presente ou futuro. A liberdade como conquista, pelo contrário, inscreveu a consciência de seus determinantes básicos: fundamentalmente, sistemas morais e elementos culturais que lhe dão significado e viabilidade.

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