No dia 18, o Colégio Pedro II, invadido por alunos, fará exibição, aberta ao público em geral, de dois filmes com temática homossexual. Fará também uma roda de conversa sobre lesbofobia, mas esta aberta só para meninas lésbicas e bissexuais.

Como bem ironiza Reinaldo Azevedo: O fundamento democrático é o seguinte: cassa-se de 100% dos alunos o direito de ter aula e se assegura apenas a uma parcela ínfima o direito ao debate.

Em seu blog ele mostra a publicação dos invasores

Pedro II I

Pedro II II

Ele aponta duas incongruências:

“O texto não resiste a 30 segundos de lógica elementar. Quando se afirma “a escola é nossa”, cumpre indagar: quem fala em nome desse “nossa”? Os invasores? Os militantes políticos? Como essa escola pode ser “acolhedora para todos” se a maioria, que minoria não é, é privada de um direito que lhe é assegurado pela Constituição? Que diabo os senhores professores andam ensinando no Pedro II? […]

A escola não é “nossa”, dos invasores. A escola é pública. Como tal, não pode ser assaltada por meia-dúzia de militantes que impõem a outros a sua pauta que, sob o pretexto de incluir as minorias, exclui a maioria até dos debates.

[…] Essa invasão, que conta com o apoio explícito de muitos professores da instituição, é, antes de mais nada, um desastre intelectual, pedagógico e ético. Venham cá: então os estudantes não-invasores não têm direito a participar de um debate sobre “lesbofobia” — ou outro assunto qualquer? Então eles são expropriados de seus direitos constitucionais e precisam aderir aos hábitos dos novos bárbaros para que tenham acesso à moral supostamente superior que se respira por ali?

[…] Os esquerdopatas adultos que comandam essa patuscada são, antes de mais nada, criminosos. E os jovens invasores são nada além de massa de manobra de seus delírios totalitários.

Bando de energúmenos!”

Ele encerra com esse xingamento, maravilhoso porque reflete nosso desabafo.

Em outro post, ele noticia que “A DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO, um órgão sustentando com o dinheiro dos impostos pagos por todos os brasileiros — muito especialmente pelos mais pobres – produziu uma cartilha para orientar os invasores de escolas.”

Reinaldo nos informa do que devemos estar conscientes sempre:

– ao pôr no papel os supostos direitos de invasores de escolas, estão violando vários dispositivos constitucionais e legais;

–  compõem a elite salarial dos servidores públicos.

 

“A Defensoria inventa uma legislação que não existe. Lê-se em sua página: “Quando houver ação policial, os estudantes devem solicitar a apresentação do mandado judicial para verificar inclusive o prazo para desocupação espontânea.” Uma ova! Invasores de prédios públicos não são agentes de direito. Quer dizer que posso organizar, então, um grupo para invadir a Defensoria Pública da União, e só uma ordem judicial dará legitimidade a uma eventual ação da Polícia?

[…]

E como explicar a tal cartilha diante disso? Ora, a defensoria resolveu propugnar pela dignidade da pessoa humana dos invasores, pelo estado democrático de direito dos invasores; pelos direitos humanos dos invasores e pela garantia dos princípios constitucionais dos invasores…

E os milhões que nada invadiram e que querem aula? Quem os defende? Que se danem! São apenas a maioria silenciosa. Seus país pagam com o suor de seu rosto os altíssimos salários dos defensores públicos que, depois, lhes darão um pé no traseiro em nome de uma ideologia: a esquerdopatia.

E não adianta esperar que o Ministério Público Federal, outra categoria de nababos, vá fazer alguma coisa. Também o órgão comandado pelo sr. Rodrigo Janot abandonou a população e foi puxar o saco dos trogloditas que se impõem na base do berro e da força bruta.

Você, leitor, paga a boa vida daqueles que o tiranizam em nome de uma ideologia.”