Autor: Instituto IESS

Vídeo: Quem Decide o que Você Vê?

  O que acontece quando o Google discorda de você? James Damore Eu era engenheiro de software sênior no Google. Até que eles me demitiram. Por ter feito algo imperdoável … Algo tão controverso que foi a notícia número um por dias. Meu crime: eu escrevi um documento interno que, entre outras coisas, sugeria que homens e mulheres, em média, são diferentes. Como eu disse: imperdoável. O ponto de vista politicamente progressista, dominante no Google e na mídia, é que todas as disparidades na sociedade se devem a injustiças. Ou, neste caso, que a diferença de gênero na área tecnológica é apenas devida a alguma forma de sexismo. Mas isso é verdade? A resposta politicamente correta é: sim. E o Google age de acordo. Ele trata homens e mulheres de maneira diferente durante a contratação e a promoção, realiza eventos oficiais exclusivos para mulheres e dá treinamento obrigatório de sensibilidade sobre como combater o suposto preconceito sexista. Claro, tudo isso faz sentido se o sexismo é de fato a única causa do desequilíbrio. Mas e se homens e mulheres não forem exatamente iguais? Então, o sexismo é apenas uma das muitas possíveis causas do desequilíbrio, e os programas excludentes e o tratamento diferenciado podem ser uma forma contraproducente do sexismo. Essas práticas aumentam as tensões e fazem com que o Google se preocupe mais com o gênero do que com a capacidade de programação....

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Paulo Freire, Educação Falida e o Comunismo.

A educação brasileira precisa de menos Paulo Freire e mais práticas científicas. Por Rogério Marinho A grande mazela do ensino brasileiro é a sua falta de qualificação mínima na educação básica. O problema é grave, persistente e já começa na alfabetização das crianças. Alcançamos o fracasso fruto, dentre outros fatores, da aplicação hegemônica de metodologias de ensino chamadas de socioconstrutivismo ou linguagem global, e da implementação da pedagogia do oprimido na formação dos nossos docentes. Segundo o MEC, por meio da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA-2014), há presença endêmica de analfabetismo escolar no sistema de ensino nacional. O teste constatou que somente 11,2% dos estudantes brasileiros de 3º ano do ensino fundamental alcançaram uma proficiência adequada em leitura. Na região Norte, esse número é de apenas 5%; no Nordeste, de 6%; e no Centro-Oeste, de 10%. Até mesmo nas regiões mais desenvolvidas do país a situação é grave: no Sudeste, 17% dos alunos apresentaram um desempenho adequado no teste de leitura e no Sul do país, 14% das crianças foram alfabetizados adequadamente. Há explicações sobre tal fracasso escolar. Segundo o excelente relatório de divulgação científica, produzido no âmbito da Comissão de Educação da Câmara Federal, em 2003, primeiro ano do governo Lula, intitulado Grupo de Trabalho Alfabetização Infantil: Os Novos Caminhos: “o problema é que uma postura eminentemente política ou ideológica levou, em diversos países, e continua levando, no Brasil, a...

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Entenda a Questão dos Refugiados Palestinos.

  Por Aaron Klein, no Breitbart. Os palestinos enviam pipas incendiárias através da fronteira de Israel. O exército usa drones para interceptá-las. (Via Reuters). A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, sinalizou uma mudança radical na política dos EUA para a UNRWA (Agência de Trabalhos e Alívio das Nações Unidas) quando questionou o número oficial de palestinos classificados como refugiados e defendeu uma revisão da UNRWA se os EUA continuarem a fornecer apoio. Os movimentos dos EUA contra a UNRWA e em direção a uma abordagem clara do Oriente Médio previsivelmente foram recebidos com raiva e escárnio pelos palestinos e parte da comunidade internacional. No entanto, mesmo utilizando a própria definição exagerada da ONU de “refugiado” palestino, a agência foi pega em flagrante em dezembro passado inflando descontroladamente números de “refugiados”. Os dados do censo do Líbano divulgados naquele mês colocam a população “refugiada” palestina vivendo no Líbano em cerca de um terço dos quase 500.000 relatados pela UNRWA. I24 News  acrescentou que  o censo foi “conduzido por 1.000 funcionários libaneses e palestinos e foi feito ao longo de um ano”. Se for preciso, isso significaria que a UNRWA estava recebendo financiamento para um número maciçamente inflacionado dos chamados refugiados palestinos. A UNRWA não quis comentar quando convidada a fornecer o número total de “refugiados” palestinos para quem o corpo da ONU presta serviços no Líbano. Dados precisos do censo não estão disponíveis para os campos da UNRWA na...

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Vídeo: FGTS é Dinheiro Confiscado.

DESABAFO DE UMA BRASILEIRA CANSADA DA BUROCRACIA A conclusão da história deixa claro que não é difícil para o povo perceber que o maior atraso nas nossas vidas é o excesso de interferência do Estado. Posted by Ranking dos Políticos on Wednesday, August 22,...

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