Autor: Instituto IESS

Farsa Ambientalista Leva a Ações Judiciais em Massa.

Artigo de Hank Berrien, no Daily Wire.     Quando as pessoas dizem que os ambientalistas torcem ou excluem fatos para alcançar seus fins, é disso que eles estão falando: um cientista reteve informações cruciais a fim de que a Organização Mundial da Saúde condenasse o gigante da indústria agrícola Monsanto por causar câncer. Aqui está a história: A Monsanto vende um herbicida chamado glifosato, que é popularmente conhecido como Roundup. O Roundup é o pesticida mais utilizado no mundo; cerca de 250 milhões de libras são pulverizados em culturas norte-americanas anualmente. Embora a Agência de Proteção Ambiental dos EUA e a Autoridade Européia de Segurança de Alimentos tenham declarado que o Roundup não causa câncer, de repente, em 2015, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), que faz parte da Organização Mundial da Saúde da ONU, declarou Roundup um provável carcinógeno . Isso levou 184 demandantes na Califórnia a processar a Monsanto, levando centenas de outras entidades a processar a Monsanto e a usar a declaração da IARC para reforçar seu processo. Mas espere: de acordo com a Reuters , o cientista que encabeçou o painel de avaliação do IARC sobre o glifosato sabia de um estudo importante, no qual ele próprio servira como pesquisador sênior, que sugeria, com veemência, que o Roundup não causava câncer, mas ele reteve as informações do painel de revisão da RoundUp Painel. Quando Aaron Blair, epidemiologista do Instituto...

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Tornar a Morte Mais Fácil Dificulta a Vida.

  Uma cultura de desdém para com pessoas com deficiência e idosos é mais provável de acontecer se aceitarmos o direito ao suicídio assistido. Cada endosso do suicídio põe em perigo não só as vidas, mas também a dignidade humana e a qualidade das relações de apoio das pessoas com enfermidades onerosas. por Richard Stith, no Discurso Público A facilitação do acesso ao suicídio continua a ser debatida, geralmente em discussões sobre a legalização do suicídio assistido (agora muitas vezes chamado eufemisticamente de “ajuda ao morrer”). Mas há um argumento que pode não ser ouvido em tais debates: ao facilitar a morte, tornamos a vida mais difícil. Uma vez que o suicídio se torne prontamente disponível e aceito, as pessoas dependentes que se recusarem a escolher a morte serão culpadas por sobrecarregar, voluntariamente, seus cuidadores, e por sobrecarregar a sociedade também, enchendo assim o fim de suas vidas com novos tipos de sofrimento. No entanto, esse não é o prejuízo comumente articulado pelos oponentes do suicídio assistido. Eles argumentam geralmente, com razão, que disponibilizar um medicamento mortal a pessoas dependentes arrisca a própria vida ao expor pessoas vulneráveis a pressões ou coerção que visam à morte. Mas eles freqüentemente deixam de mencionar o outro grande dano que resulta de algum “direito de morrer”: facilitar o suicídio põe em perigo não apenas os corpos doentes ou moribundos, mas a qualidade das relações humanas em...

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Retrato de um Jovem Progressista.

    Por Agustín Laje, na Fundação LIBRE (Liberdade e Responsabilidade). Os jovens progressistas são uma espécie muito peculiar de nossa atual paisagem sociopolítica. Neste vídeo, Agustín Laje faz um breve retrato...

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Relativismo Cultural ou Tradição Liberal?

O ocidente na encruzilhada: tradição liberal ou relativismo cultural. Por Erick Kammerath.   Há um risco em conceber a liberdade como uma simples abstração; um risco de que Hayek, em sua juventude, soube alertar bem quando distinguiu o “verdadeiro individualismo” do “falso” Para ele, a liberdade era coisa muito concreta, longe de ser apoiada pelo construtivismo social, era uma vitória muito histórica de certas sociedades que sabiam como manter certas tradições e culturas específicas propícias à sociedade aberta. O risco a que se refere é, sem muito barulho, o de conceber a liberdade liberta dos seus fundamentos históricos e culturais. A liberdade, como abstração, flutua no vácuo: não tem história, presente ou futuro. A liberdade como conquista, pelo contrário, inscreveu a consciência de seus determinantes básicos: fundamentalmente, sistemas morais e elementos culturais que lhe dão significado e viabilidade. Para ler o ensaio completo, clique aqui....

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