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Antigamente as artes marciais eram diferenciadas unicamente pela linhagem da família que a criou. Eram chamados de clãs, famílias, escolas etc.

Porém, com a difusão destas artes e criação de diversas outras novas formas de categoria foram desenvolvidas.

Assim, há os estilos que focam na competição ou exibição e outros focam no desenvolvimento da meditação e do trabalho da energia. Também é muito usada a classificação pela religião a que o estilo de luta está ligado, geralmente, taoismo, budismo e confucionismo.

Existe ainda a classificação entre arte marcial de linha externa (外家; pinyin: Wài jiā) e interna (内家; pinyin: Nèi jiā).

O que nos permite identificar as artes de linha externa costumam ser seus movimentos rápidos e explosivos e o foco na força física e agilidade. Geralmente foca-se muito na aplicação dos movimentos. A maioria das artes marciais chinesas se enquadra nesta categoria.

O foco da linha interna é a consciência do corpo, do espírito, da energia por meio do relaxamento. Para identificar essa linha de arte marcial é igualmente fácil: o praticante alterna entre movimentos rápidos e lentos. Portanto, não é o oposto necessariamente da linha externa porque possui todos os seus elementos mas com um foco na benefício que ela deve trazer ao praticante de maneira holística.

 

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