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Em decorrência do escândalo da fiscalização da carne, José Casado, na coluna de Augusto Nunes, na Veja, mostra que, quando não há eficiência nem vontade de trabalhar, o dinheiro arrecadado se reduz,na melhor das hipóteses, a burocracia.

Adaptação do artigo original Depois da carne, os remédios, que você pode ler aqui.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária ) é a estatal responsável pelo controle e vigilância sanitária de medicamentos, alimentos, cosméticos, sangue, produtos e serviços médicos, vendidos no país ou exportados.

Contudo, segundo auditores do Tribunal de Contas da União,“Análises de medicamentos não estão ocorrendo desde 2012”.

Significa que há cinco anos os brasileiros consomem remédios sem controle ou fiscalização depois que chegam às farmácias. A rede estatal de laboratórios para testes é rarefeita (Alagoas, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí e Sergipe não têm). Onde existe, quase sempre “não está em funcionamento”.

A Anvisa nasceu duas décadas atrás, na esteira do caso das pílulas de farinha, anticoncepcionais que deixaram cerca de 200 mil mulheres sujeitas a engravidar. A boa ideia original, para controle e fiscalização de medicamentos, acabou no loteamento político das agências reguladoras. O resultado está aí: da carne ao remédio sobram burocracia, ineficácia, insegurança e um histórico de impunidade aos que deixam em risco a saúde coletiva.